Quero ver-te, de verdade. Pra quem sabe, lembrar do teu rosto matinal quando nos separarmos enfim.
Pintar tua sombra na parede branca do meu quarto pra nunca mais esquecer a tua forma de ser.
Gravar o som da tua risada pra me alegrar.
Teria algo ao menos pra me apegar, neste mundo onde as recordações são mortas pelo tempo.
Vou me torturar com as lembranças sem fim, piores que qualquer mutilação, mas que me fazem feliz. Pois eras meu refúgio em meio à estupidez do mundo lá fora, dos homens elegantes e mulheres importantes. Era a banalidade que eu precisava.
E a tua caneca, a tua caneca que eu roubei e ficará na minha cozinha, como uma obra de arte.
É... Poderia dizer que as férias estão fazendo algum bem a você.
ResponderExcluirEsse virou meu texto preferido do seu blog.
^^